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quinta-feira, 24 de março de 2011

9º ANO – PABLO NERUDA


Durante as aulas de Espanhol, os alunos do 9º ano conheceram a vida e a obra do poeta chileno ganhador do prêmio Nobel, Pablo Neruda.










POEMA - A ALEGRIA
Oda a la alegría
Pablo Neruda

Alegría
hoja verde
caída en la ventana,
minúscula
claridad
recién nacida,
elefante sonoro,
deslumbrante
moneda,
a veces
ráfaga quebradiza,
pero
más bien
pan permanente,
esperanza cumplida,
deber desarrollado.
Como la tierra
eres
necesaria.

Como el fuego
sustentas
los hogares.

Como el pan
eres pura

Como el agua de un río
eres sonora.

Como una abeja
repartes miel volando.


  Após a leitura da poesia Ode à alegria, os  alunos confeccionaram cartazes em língua espanhola e portuguesa, relacionando os versos às imagens com o objetivo de representar o sentimento expressado pelo poema.



Hoy, alegría,
encontrada en la calle,
lejos de todo libro,
acompáñame:
contigo
quiero ir de casa en casa,
quiero ir de pueblo en pueblo,
de bandera en bandera.
No eres para mí solo.

Contigo por el mundo!
Con mi canto!
Con el vuelo entreabierto
de la estrella,
y con el regocijo
de la espuma!

Voy a cumplir con todos
porque debo
a todos mi alegría.

No se sorprenda nadie porque quiero
entregar a los hombres
los dones de la tierra,
porque aprendí luchando
que es mi deber terrestre
propagar la alegría.
Y cumplo mi destino con mi canto.




















































   


Cartazes confeccionados pelos alunos


Alegria folha verde caída na janela
minúscula claridade recém-nascida
elefante sonoro, 

deslumbrante moeda
às vezes rajada frágil
mas bem mais  permanente
 esperança cumprida, dever realizado.

Como a terra tu és necessária.
Como o fogo dá sustento aos lares.
Como o pão tu és pura.


Como a água do rio tu és sonora.
Como uma abelha tu distribui mel voando.
Hoje, alegria, encontrada na rua,









longe de qualquer livro, acompanhe-me:
com você quero ir em casa,
quero ir de cidade em cidade,




de bandeira em bandeira.
Não és só minha
Contigo pelo mundo!
com meu canto!



Como o voo entreaberto da estrela,
e com o regozijo da espuma!
Vou cumprir com todos porque devo
 a todos a minha alegria


Não se surpreenda porque quero entregar
aos homens os dons da terra,
porque eu aprendi lutando que é meu dever terrestre
propagar a alegria.
Eu cumpro meu destino com meu canto.

segunda-feira, 21 de março de 2011

7º ano - Texto Poético - Leitura Semiótica do poema de Camões (Português)


Os alunos do 7º ano conheceram Luiz Vaz de Camões e aprenderam um pouco sobre sua obra escrita em versos: o soneto. 
Luiz Vaz de Camões (1524-1580) foi um dos mais importantes escritores portugueses e pertenceu a uma escola literária chamada Classicismo. 



 
blogspot.com/2009/06dia-de-portugal-camoes-edas.html





Os alunos leram  alguns sonetos e escolheram um dos mais belos para fazer a leitura semiótica. Confiram as imagens!
 






http://planobrasil.com/2009/09/11/
De Portugal para o Brasil: Viajando  no espaço.


http://planobrasil.com/2009/09/11/
De Portugal para o Brasil, viajando no tempo.


Apesar de Camões e Renato Russo terem nascido em épocas distantes e distintas há entre o poema e a música, uma relação de intertextualidade.
http://blogdoluizzinho.blogspot.com/
Camões (1524-1580)
 

http://blogdoluizzinho.blogspot.com/
Renato Russo (1960 - 1996)


http://vuetm.blogspot.com/

http://www.usp.br/jorusp/arquivo

http://musicapoesiabrasileira.blogspot.com/


http://www.flickr.com/


Outros lindos versos de Renato Russo:

"Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
acreditar no sonho que se tem
ou que seus planos nunca vão dar certo
ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar"
(Renato Russo)

Um dos mais lindos sonetos de Camões- trabalhos dos alunos.
Ilustração de Aline e Fernanda G.



Ilustração de Arthur e Gustavo C.






Ilustração de Cristhian e Victor S.



Ilustração de Daniela e Fernanda L



Ilustração de Evandro e Kevin

Ilustração de Felipe e Lucas

Ilustração de Gabriel F. e Matheus

Ilustração de Juliana e Renata

Ilustração de Laura

Ilustração de Marcelo e Thiago

Ilustração de Thayná

Ilustração de Victor V.

Ilustração de Renata e Juliana

Quando terminaram de ilustrar o poema, gostaram muito de declamá-lo.


De Portugal para o Brasil: viajamos no tempo e no espaço e paramos um pouco no século XX, para falar sobre um compositor e cantor brasileiro, Renato Manfredini Russo, Renato Russo, vocalista da banda Legião Urbana, que nasceu  no Rio de Janeiro em 1960 e morreu em 1996.
Apesar de  Camões e Renato Russo terem nascido em épocas tão distantes e distintas  há entre o poema e a música, uma relação de intertextualidade. Renato Russo coloca na letra da sua música Monte Castelo, alguns versos desse soneto que estudamos.


oglobo.globo.com- foto de Renato Russo



Ilustração feita pelas alunas Juliana e Renata para a música Monte Castelo

 Agora vamos cantar, Monte Castelo de Renato Russo e com certeza não nos esqueceremos de Camões.

MONTE CASTELO
Ainda que eu falasse a língua dos homens.
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor.
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal.
Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é o fogo que arde sem se ver.
É ferida que dói e não se sente.
É um contentamento descontente.
É dor que desatina sem doer.

Ainda que eu falasse a língua dos homens.
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É um não querer mais que bem querer.
É solitário andar por entre a gente.
É um não contentar-se de contente.
É cuidar que se ganha em se perder.

É um estar-se preso por vontade.
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordado e todos dormem todos dormem todos dormem.
Agora vejo em parte. Mas então veremos face a face.

É só o amor, é só o amor.
Que conhece o que é verdade.

Ainda que eu falasse a língua dos homens.
E falasse a língua do anjos, sem amor eu nada seria
.

Fábulas (T. Redação)

6º ano  - Fábulas (T. Redação)


Os alunos do 6º ano fizeram releituras de algumas fábulas dos célebres fabulistas  La Fontaine e Esopo. Confiram!
                                                               




















Em uma fazenda havia um homem muito pobre que não se contentava com nada, pois era muito ganancioso.
Nesta fazenda havia uma Galinha que adorava o seu dono e queria ajudá-lo.
Um belo dia, esta galinha começou a botar ovos de ouro.O fazendeiro começou a pressioná-la, pois queria mais e mais ovos e não queria mais saber de trabalhar.




Como este casal tinha uma vida muito simples, a Galinha presenteou o casal com um ovo de ouro. O casal ficou muito feliz e conseguiu mudar de vida.






Compraram uma linda casa com um cantinho muito especial para a Galinha, que teve uma vida muito boa e com muito amor.

A Galinha decidiu fugir, pois não aguentava tanta pressão. Ela não sabia para onde ir. De repente apareceu um casal que a levou para casa.
Não subestime os animais




Na nossa versão, a Cigarra aprendeu a lição e decidiu mudar de vida. Foi fazer aulas de canto e música, para aprimorar o seu dom, que era cantar.
A Formiga estava impressionada com a dedicação da Cigarra. A cigarra começou a fazer shows e... Foi descoberta por um empresário e se tornou uma cantora de sucesso internacional.
Mas um dia, ao explorar a floresta onde a Formiga morava e trabalhava, o Homem, por descuido, acabou colocando fogo na floresta.
Sem teto e desempregada a Formiga ficou desesperada. Mas adivinha quem a ajudou?
Agora foi a vez da Cigarra retribuir o favor, como estava com muitos compromissos, a Cigarra convidou a Formiga para trabalhar com ela como secretária, para ajudá-la a se organizar.

 
Leão e o Ratinho
Os alunos utilizaram a linguagem não-verbal para contar esta história.

 
                                                   
A Raposa e as uvas - Versão atual

A Raposa não sabia o que fazer para pegar as uvas, que não estavam no ponto de serem colhidas, mas mesmo assim a Raposa deu um jeitinho e as pegou.



Ao provar as uvas a Raposa disse:
- Nossa! Que uva sem graça! Está azeda!
A Raposa começou a passar mal.



Um Esquilo que presenciou tudo disse:
- Viu Raposa, tudo tem o seu tempo. As uvas não estavam no tempo de serem colhidas
Cada coisa tem o seu tempo.
Para criar as imagens os alunos utilizaram os livros: Fábulas Inesquecíveis - A Galinha dos ovos de ouro e A Raposa e as uvas - Editora BrasiLeituras. Imagens dos sites: colorir-desenhos.webnode.pt, animais.blogmaneiro.com, cantinhodassugestoes.blogspot.com, portalsaofrancisco.com.br.